sexta-feira, 27 de maio de 2016

Dor que vai, dor que volta

Por: Fernando Blank 

Buraco sem fim, parece interminável a procura da saída do buraco em  que estou, as vezes este buraco parece ser confortável ate luz chega a ter.

Mas de repente como se fosse um passe de mágica  tudo fica escuro, a escuridão  vem o vazio no peito aperta a dor  comprimindo o peito uma vontade de gritar, chorar,  fugir, correr, sumir, desparecer sei lá.  

Tudo parece ser tão sombrio   a dor vem forte machuca faz a mágoa  surgir. 

As vezes parece que a dor foi embora mas do nada ela volta como um suco fulminante de Cassius Clay.

Tomara que da mesma forma que neste momento ela esmaga meu peito ela vá embora  e nunca  mais  volte.

Por hoje é só.

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