terça-feira, 18 de março de 2008

O Gol Análogo


Por: Júlio Plaza

O homem contemporâneo é obrigado a aceitar as regras dos "jogos de linguagem" propostos pela multiplicidade explosiva de "aparelhos" e códigos .

O homem está perdido - empastelado e não se reconhece mais (ele próprio signo) na "floresta de símbolos".

Duas possibilidades: a do artista a do funcionalista .

A primeira um metajogo em fluxos diagramáticos com os jogos de linguagem os gols .

A segunda a homologação em função dos aparelhos e códigos o logos .

O artista lizárraga prefere a primeira alternativa a de se engajar no jogo-narrativa diagrama no reconhecimento da heterogeneidade dos jogos de linguagem .

Assim renunciando à função supera-se no sujeito coletivo da equipe e na tensão produtora dos diagramas lúdicos com invenção imaginativa do GOL que não homologa e que se legitima na sua performance como "chips" ou memórias sígnicas no seu cruzamento browniano geometria virtual dos jogos de linguagem O GOL ANÁLOGO

Nenhum comentário: