
Por: Júlio Plaza
O homem contemporâneo é obrigado a aceitar as regras dos "jogos de linguagem" propostos pela multiplicidade explosiva de "aparelhos" e códigos .
O homem está perdido - empastelado e não se reconhece mais (ele próprio signo) na "floresta de símbolos".
Duas possibilidades: a do artista a do funcionalista .
A primeira um metajogo em fluxos diagramáticos com os jogos de linguagem os gols .
A segunda a homologação em função dos aparelhos e códigos o logos .
O artista lizárraga prefere a primeira alternativa a de se engajar no jogo-narrativa diagrama no reconhecimento da heterogeneidade dos jogos de linguagem .
Assim renunciando à função supera-se no sujeito coletivo da equipe e na tensão produtora dos diagramas lúdicos com invenção imaginativa do GOL que não homologa e que se legitima na sua performance como "chips" ou memórias sígnicas no seu cruzamento browniano geometria virtual dos jogos de linguagem O GOL ANÁLOGO
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